D’Altare

Sobre

Uma casa pequena,
intencional.

A D’Altare nasce de uma obsessão antiga com pedra natural. A maneira como cada bloco carrega milhões de anos e, ainda assim, se deixa descobrir por uma mão que sabe ler seus veios.

O nome

Do latim altare

D’Altare vem do latim altare, altar. Não pela religiosidade, mas pela presença silenciosa que essas peças assumem no dia a dia. Uma bandeja de mármore deixa de ser utensílio e passa a ser objeto de cena. Acompanha gerações.

Quem faz

A oficina em Penha

Nossas peças nascem em uma oficina pequena em Penha, Santa Catarina, nas mãos de quem trabalha com mármore há quase uma década. Cada corte, cada arremate, cada camada de polimento passa pela precisão e pela leitura de quem conhece a pedra.

Nenhuma peça sai da oficina sem ter sido trabalhada à mão. É o que mantém a D’Altare pequena, verdadeira.

Como trabalhamos

Uma pedra inteira, por vez

Cada peça é esculpida de um único bloco de mármore natural. Nada de emendas, nada de colagens. Os veios da pedra decidem o desenho final; a mão da oficina apenas revela. Isso quer dizer que cada peça é literalmente irrepetível: impossível fazer duas iguais, ainda que quiséssemos.

Trabalhamos com seleção rigorosa de blocos, corte preciso, escultura à mão e múltiplas etapas de polimento. Sem verniz, sem selantes que mascarem. O mármore como ele é. O tempo faz o resto.

O que vem

Uma peça de cada vez

Começamos com a Bandeja Planus, de linhas retas. Vieram a Rivus, de contorno orgânico, e a Orbi, em círculo. Descansos de copos virão. Lançamos sem pressa, porque cada peça é uma pedra inteira e uma decisão demorada. Siga @daltare pra ver em primeira mão.

Certificado de autenticidade D'Altare

Cada peça acompanha o seu certificado.

Atestado da origem do mármore, do bloco escolhido na pedreira e do processo artesanal. Documento que acompanha a peça pra sempre.